Regras para edição de imagens fotojornalísticas
Apesar de não existirem regras estabelecidas para o trabalho de manipulação de imagens fotojornalísticas, achei no Blog Foto&Jornalismo uma tabela com algumas regras básicas para serem levadas em conta. Achei a tabela um pouco mal estruturada, apesar do conteúdo interessante, então resolvi fazer uma imagem para que a tabela ficasse mais bonita e de fácil acesso.

Estas regras foram discutidas por associações de fotógrafos do mundo inteiro e empresas de comunicação. Estas diretrizes são uma forma de ajudar editores e repórteres a formular políticas para a aplicação ética e objetiva da edição da imagem digital e seus procedimentos na fotografia jornalística:

Regras e normas éticas para a manipulação e edição de imagens

Ainda segundo essas regras, o arquivo original capturado pelo fotógrafo (ou digitalizado) deve ser preservado. Todos os arquivos que integrarem uma imagem composta, também deveriam ser preservados como evidências da extensão da edição. Além disso, toda publicação deveria designar um ou mais editores para decidir sobre assuntos éticos relacionados a imagem digital e procedimentos.

No caso brasileiro, os controles sobre os processo de manipulação ainda são mais frágeis que no exterior. Jornais como O Globo e Folha de S. Paulo, adotam normas internas que proíbem a alteração ou eliminação de conteúdo total ou parcial de imagens digitais. No Manual de Redação da Folha, essa regra aparece de forma tímida: “em geral, a Folha não usa montagens fotográficas, fotos recortadas, invertidas, retocadas, ovais ou redondas” (MANUAL DA FOLHA DE S. PAULO. 8a edição. 1998, p. 144-145)

A tabela original está aqui: http://fotojornalismojf.wordpress.com/2007/10/29/regraas-basicas-para-a-manipulacao-digital-de-imagens-fotojornalisticas/

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